Estudantes de Laranjeiras participam de atividades lúdico educativas sobre meio ambiente

Além de se divertir, cerca de 90 meninos e meninas de 11 a 13 anos, estudantes do 6º. Ano da Escola Estadual João Ribeiro, aprenderam sobre a importância de se preservar os rios Sergipe e Cotinguiba, durante mais uma rodada de atividades de educação ambiental realizadas pelo Projeto Azahar: Flor de Laranjeiras, nesta quinta-feira 19. O Projeto é realizado pela UFS e Fapese em parceria com a Petrobras, por meio do programa Petrobras Socioambiental.

A atividades giraram em torno da cartilha educativa “Laranjeiras e o rio Sergipe: uma viagem no tempo” produzida pelo projeto. A apresentação do livreto para os educandos foi feita de maneira lúdica, em forma de encenação. “Eu interpretei Dona Nadir e o estagiário do projeto, Gabriel Santana Araújo, interpretou o Caboclinho, os dois principais personagens da história”, contou a assessora de educação ambiental do Projeto Azahar: Flor de Laranjeiras, Aldjane Moura.

“Enquanto acompanhavam a apresentação com a cartilha em mãos, os estudantes liam e aprendiam sobre a história e a cultura de Laranjeiras e sobre preservação do rio Sergipe e do rio Cotinguiba”, completou Gabriel. Além de acompanhar a encenação, os educandos se divertiram com brincadeiras, sorteio de brindes do projeto e com a dinâmica das “Palavras cruzadas”, concebida a partir das informações contidas na cartilha.

Aldjane explica que, ao longo dos próximos meses, o Projeto Azahar fará doações de cartilhas a escolas da rede pública, em especial, as localizadas em Laranjeiras. “A proposta é contribuir com o acervo das bibliotecas das unidades de ensino. Por isso, estamos doando de 20 a 30 exemplares, a depender da quantidade de estudantes matriculados”, explicou.

Retrata a realidade local

Um aspecto importante da cartilha “Laranjeiras e o rio Sergipe: uma viagem no tempo” é o fato de ela retratar questões sobre meio ambiente e cultura a partir da realidade local e de maneira interdisciplinar.

“Muitas vezes os professores e professoras, têm dificuldade de encontrar materiais que tragam como pano de fundo a realidade em que os educandos estão inseridos. Nossa cartilha, além de abordar de forma lúdica estes temas, traz aspectos do espaço físico em que eles vivem”, avaliou Aldjane,

“Os meninos e meninas se identificam por exemplo, quando se deparam com a paisagem da sua cidade, quando leem sobre o antigo engenho Comandaroba, em Laranjeiras. Ao perceber que ali é o local deles, os estudantes se sentem valorizados e se reconhecem no material educativo”, completou Aldjane, reforçando que a concepção de educação ambiental do projeto parte da realidade da própria comunidade.

 

 

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